Wednesday, May 7, 2025

12 - Praticidade - Pragmatismo - Dinâmica - Agilidade e Capacidades interativas da mente

 12 - Praticidade - Pragmatismo - Dinâmica - Agilidade e Capacidades interativas da mente


A mente funciona em uma estrutura que pode ser definida num termo, que já ouví, bastante real enquanto "condomínio mental". Ora estas, um condomínio é um aggado de diferentes vertentes no qual podem e é importante que hajam estruturas centralizadoras. Entendemos como estruturas centraliadoras algumas capacicades e caracteristicas humanas,destas algumas se localizam no campo sentimental e outras no campo racional, e porque não algumas também posicionadas no campo físico, e, de que maeira transcorre este processo: ora estas, a vontade pode estar vivamente arraigada nos campos e hemisférios sentimentais da mente e por melhor dizer no coração, no entanto existe um outro tipo de vontade que pode provir também da razão. Tanto uma quanto a outra são centralizadoras, no entanto a vontade emocional não é necessariamente organizada ou estrutural, pode ser mais explosiva e desorganizada, no entanto sendo um tipo de vontade é algo que direciona e centraliza o ser em determinada direção, o que faz com que ele em si mesmo esteja centralizado. Certamente há uma característica inigualável neste tipo de vontade que é justamente o fato de que ela é um forte combustível na movimentação do ser, o que a outra não supre esta faz. A vontade racional é também um desejo, no entanto é um desejo calmo, tranquilo e que visa mais enxergar ao longe, ver à longo prazo, estruturar o campo das possibiidades, ela cria uma lista das qualidades e de todos os elementos e procura organiza-los e estrutura-los com o fim único de atingir o objetivo: é imprescindível notarmos que esta vontade também é centralizadora do ser. Pois a consciência do caminho muda a perspectiva do momento presente, e podeos dizer que o indivíduo em seu contexto integral depende exclusivamente da noção e consciencia que têm de si mesmo no momento presente!

O que fora definido como "Condomínio Mental" portanto têm plena possibilidade de ser centralizado, e neste sentido centralizar é integrar e integrar é reconhecer a importância, o sentido e a função de cada uma das partes que supostamente podem ser completamente diferentes entre si, e mesmo diferentes agir num contexto de ajuda mútua. Quando isto não acontece é porque este reconhecimento pode estar sendo mais fundamentado exclusivamente na vontade sentimental que na vontade racional, e, equilibrar estas duas vontades é a grande chave para a conquista da unidade do ser sem que para isso sejam necessarios quaisquer cortes. Bem, nisso tudo devemos diferenciar o que seja positividade ou negatividades dentro do condominio mental. Reconhece-se que é uma análise extremamente difícil já que as diversas sutilezas que se posicionam na profundidade do inconsciente não são na maioria das vezes percebidas pela parte consciente, e não sendo completamente percebidas isto causa uma percepção claramente parcial, que provoca um processo de percepção e subsequentes análise e conclusão supostamente erroneos, e erroneos a tal ponto que podem ser absolutamente antagônicos ao significado real da intencionalidade e focos da vontade emocional e racional.

Perceber o externo significa ao mesmo tempo levar a cabo um processo de integrar o condomínio mental interno, já que este condomínio certamente deriva daquilo que conseguimos extrair de maneira consciente do global que constitui a superconsciencia, conforme citado anteriormente qundo dissertamos sobre extrair do cliente seus símbulos, e também quando fora citado o "efeito boomerang" que transcorre quando do supercosnciente são lançados os "símbolos chave" para a realidade em si material, a mente faz então o esforço de escanear a realidade para nela desvendar enconrar onde estão os símbolos chave, se for bem suscedida ela os encontra e "pega de volta", acontece que o efeito boomerang reconhecemos um interessante jogo no Universo que consiste em lançar e pegar de volta, ora estas, seria muito interessante nos perguntarmos qual seria a necessidade de lançar algo à um suposto ambiente externo se depois teriamos ainda de pegar novamente. A pergunta certamente é boa, e instiga: talvez a resposta seja aina mais intrigante já que não reconheceriamos numa amplitude maior o que seja externo ou interno, e o lançar em si não seria lançar, seria sim uma ausência de movimento, pois aquilo que esta fora seria nada menos que a emanaçao da realidade interna, seria apenas o reconhecimento do que já esta la e sempre estara, supostamente chegamos a conclusão de que o Universo passa a ser o jogo do reconhecer. E dentro deste contexto, percebendo o externo da maneira que considera o Universo como sendo o Jogo do Reconhecer notamos que fica evidentemente mais fácil efetivar o processo de integração do ser em seus mais variados e diferenciados entre si elementos, pois condui-se deste modo de pensar e sentir que os simbolismos aparentemente externos nada mais são que elementos simbólicos internos. A partir daí você não só pega de volta como também passa a interpretar de maneira mais fidedigna aquilo que já estava dentro de você mas você não notava. Sendo assim fica também mais fácil o processo não só de compreenção do geral no momento presente como também de previsão daquilo que pode vir a ser, e não tão somente isto como também de interagir melhor com a dialética geral do Universo, pois conceituamos o Universo geral com um processo dialético atravéz da experiência empírica e das deduções atuais da Física Quâncica que conclui um Universo composto de idéias.

Após esta recapitulação do efeito "boomerang" podemosmais facilmente compreender como funciona exatamente o processo de integração dos mais diversos simbols e vertentes idelológicas e sentimentais do ser, pois o ser em si jamais deixa de se constituir uma estrutura absolutamente hermética, o que muda não é ee em si, mas sim a percepção que ele tem de si mesmo, desta maneira dizemos que o ser é imutável e sua interatividade com o Universo é total. Que podemos nós considerar por Universo? O Universo interno? O Universo externo? Na verdade os dois são a mesma coisa, não há absolutamente qualquer difereça... Desta maneira o que percebemos como sendo uma mudança, seja esta reconhecida como um desenvolvimento de um processo ou não sugere-se que não é em si uma mudança ou alteração de estados mas sim apenas o reconhecimento num nível consciente de processos que sempre estiveram lá. A idéia do indivíduo enquantu uma estrutura hermética é interessante, pois é como se dentro de um jardim houvesse uma formiga que estivesse constantemente pesquisando este jardim e seus mais variados elementos ( que atuam sempre num nivel alto de interatividade e sinergia ). A formiga é o nível consciente do ser, o jardim é seu superconsciente. Ela têm a sensação conformae caminha de que está criando seu universo externo, quando na verdade esta apenas reconhecendo alguns elementos que sempre estiveram lá e trazendo a seu nível consciente ( isso quando ela consegue captar e fazer uma interpretação que condiga com a realidade daquele elemento ).

Por vezes maneiras sensivelmente distintas de comparar ou propor figurações ideológicas distintas facilita em muito um melhor entendimento da idéia em si, que, supostamente o entendimento direto da idéia apenas pode se efetivar dentro da experiência empírica total já que a própria estruura da linguagem é excessivamente parca quando comparada com a experiência empírica total. Relacioando este fator com a idéia de conhecimento da realidade pode dizer-se que muitos elementos estão mais profundos e intensos do que o próprio elemento simbólico sendo assim, por mais profunda que seja nossa interpretação racional do objeto assim, ela nunca chegará no nível compreto de realidade dele. Será possivel isto? Talvez seja, ainda que seja pergunta-se subsequentemente qual seria então a necessidade do objeto não apresentar-se em sua maneira total. Particularmente neste quesito poderiamos responder de maneira positiva quanto ao conhecimento total do objeto em si, provavelmente atravéz da experiência pragmática total , e que propriamente um dos processos em si do Universo não seria tão somente o de "reconhecer" aquilo queja esta la, mas também de desvendar o mistério de maneira cada vez mais profunda e real até chegar-se ao processo real em si.

A constituição geral do ser é basicamente a representatividade que o exterior têm para ele, isso em termos sempre conscienciais. Basicamente toda interatividade que ele produz de maneira criativa em seu processo e caminhada e descoberta forma o eu campo de possibilidades e simbolismos que doa a ele su própria constituição, o que é uma idéia certamente bastante ousada já que descreve praicamente que "eu sou o que acredito ou sou o que faço, relaciono ou conecto, e esse "ser" tem basiamente como meta a integração dos elementos dos quais faço parte, neste sentido o universo esta a caminho da integração, no etanto como a parte do ser que é consciente é extremamente restrita isto diz que o Universo não caminha para a integração pois ele já é absolutamene integrado, mas sim o que ocorre é que o ser em sua inconsciência caminha para a compreensão e percepção de que o universo em que vive já é itegrado... Processo este que é gradativo e pode ser mais ou menos rápido e intenso e pode até chegar a estacionar ou regredir conforme vai o desenvolvimento pessoal de cada um. Nao obstante o objetivo finl 'e a evoluao e dela ninguem escapa, queira ir mais ou menos rapido para a evolucao este 'e o objetivo, o que auxilia e o processo de consciencia e o processo de inconsciencia em nada auxilia.

Retornando ao conxerto base deste capitulo deveremos averiguar que as características de praticidade e pragmatismo são mais provindo da prática que da teoria, aquilo que podemos denominar como atitudes práticas, características que são desenvolvidas na prática. A praticidade da interação e comunicação interpessoal que se fundamenta exclusivamente na inteligência emocional, nas qualidades expressivas e na comunicação gestual é uma qualidade de praticidade que é desenvolvida e melhorada na medida em que se treina e utiliza, há uns que são naturalmente mais teoricos outros mais pragmáticos, ainda que todos tenham em si todas as qualidades e cada uma delas em distintos nívels, se tomarmos como base Santo Agostinho relembramos o "ser em potencia" e o desenvolvimento de suas diversas habilidades. A grande pergunta fica então em questinarmos em qual a estratégia ideal para desenvolver no ser de igual maneira as duas vertentes, ora estas pode-se deizer que é um trabalho químico, no qual a quimica orgânica vai variar de acordo com o processo emocional ou racional, o desenvolvimento destas qualidades se dá certamente pelo autêntico conhecimento do que seja realidade empírica, já que é esa a que mais se envonve com a agilidade e com as rápidas e amplas capacidades interativas da mente. É assim que é fundamental que exista um equilíbrio entre as vertentes de praticidade que se envolve com uma mente dinâmica, interativa e rápida no que se refere às respostas a curto prazo, isto tudo ocorre dentro de um contexto que não segue necessariamente a lógica de um histórico comun, ou seja as respostas da mente de "resposta a curto prazo" nem sempre fazem sentido, pode ocorrer de haver a lógica por trás da lógica e de que a resposta ao estimulo já esteja completamente ambientada justamente na lógica por traz da lógica como podemos notar num mestre zen, e que se revela justamente como uma capacidade interativa bastante eficaz por causar um maior impacto que propriamente a logica comun. Nota-se que a lógica mais ampla, por vezes numa resposta simples justamente porque reserva em si um alto conteúdo subconsciente, que por vezes se resume"à apenas uma palavra, gesto ou expressão. Daí a imprescindível importância da ágil dinâmica que oferece a atitude pragmática. Ultrapassar os limites, as barreira significa sempre ir além ao que antes julgava-se ser o limite, não é fácil senão um desafio, dentro do esporte podemos encontrar exemplos de bastante significação disto que esta veinculado mais do que ao próprio corpo ma sim posicionado no campo das sensações, e tanto no campo das sensações no campo das idéias que leva aos sentimentos, sentimentos e sensações basicamente correlacionados com a auto-superação que têm o sentido de superar aquilo que vai contra quase sempre algo denominado dor, mas que na verdade pode ser definido como coisas bastante diferentes.

A auto superação é um elemento que pode se encontrar em diversos âmbitos e temos el como um fator causador também da transformaçào, pois na medid em que existe autosuperação ocorre também a aptabilidade do ser às exigências que o ambiente pede, mas não tão somente pede como por muitas vezes causa de maneira forçada. No âmbito dos pensamentos notamos os elementos que podem induzir o seu dizecionamento, o que por vezes pode caminhar com os sentimentos, o processo indutivo da realidade externa não é necessariamente uma verdade, na verdade este processo onstantemente procura corroborar e corromper a essência interna que é de absolutamente silêncio e supostamente um processo imutável. A tentativa da realidade externa procura na verdade alterar não a essência pois esta é imutável, mas sim a concepção que o próprio sujeito possua do que possa ou não ser sua essência. De tal modo isso ocorre que comumente estamos distantes de nossa própria essência, e, aproximar-se da essêncianão é um processo fácil já que impica em reconhecer, sentir e entrar em dilética com os mais dificultosos e conflitivos processos internos. A verdade em sua essência pode ser por vezes um processo de tamanha intensidade que o individuo não esteja preparado para conhecer, deste modo ele prefere se apoiar naquilo que chama de ego para não ter de entra em contato com sua essência interna, e, tudo aquilo que faz ou percebe do ambiente externo é na verdade um elemento basicamente interno, ou seja: são conflitos ou realidades internas sendo, por algum motivo especial, colocados para fora. No entanto que é a realidade? Na verdade há um ponto muito curioso em que podemos chegar em que é como se "só existisse você" como funciona este processo: a realidade externa ou o que fomos educado a chamar de realidade externa é um processo de emanação da consciência, no entanto não devemos compreender a consciência como apenas uma unidade hermétia, mas sim como uma série de aspectos de extrema complexidade cada qual: é certo pois que há um vasto repectório de aspetos e que cada qual é de grande densidade e complexidade... no entanto todo este processo encontra-se no âmbito do superconsciente e por este motivo não acessamos tudo ao mesmo tempo. Esta é a chave para compreender de que maneira tudo é você, pois por vezes você têm a sensação de que os elementos exteriores não fazem parte de você por serem consideravelmente distintos ou por vezes até antagonistas aos seus sentimentos e à sua linha de raciocinio, podendo ser interpretado até mensmo como um ataque, no entanto tudo depede do modo como interpretamos a realidade, e estes elementos de considerável distinção ou que sejam até mesmo hostis podem representar nada menos que outras partes de sua própria consciencia que até o momento você ainda não tenha ascessado. Por isto pode-se dizer que o agregado total de um ser não seja necessariamente completamente concordante em si, já que pode agregar elementos distintos. Mas a essência sim, como resolver este problema? Provavelmente no consciente não se possa sempre perceber a harmonia da essência mas na amplitude total perceba-se o silêncio total... a essência das essências!

O significado verdadeiro daquilo que se percebe está certamente além daquilo que se é, de maneira simplificada pode-se dzer que o que e vê não é o que se é, pode parecer repetitivo no entanto compreender a idéia em seu contexto verdadeiro não é tão fácil assim. Compreender a mente vai além daquilo que se pode imainar até mesmo por muitas vertentes da própria ciência, é viável crer que dentro da ciência, após as descoberta de alguns cientistas mais ousados e intrépidos notamos uma incrível evolução que se descreve principalmente no campo de filosofia das ciências seja esta a Física do Universo, a química humana ou mesmo a Física quântica. Ponderar sobre estes estudos requer umpano de fundo que fala sobre fundamentação conceitual daquilo que se descobre, ou seja: Não basta descobrir, é nessessário conceituar e posicionar aquilo que e descobre em uma estrutura lógica e coerente, o que é possivel com o uso da razão.

Uma das grandes perguntas é: Como convergir tanto as mais vaiadas descobertas como até as posteriores tentativas de posicioná-las em uma esrutura lógica hermética em apenas um sistema. Como funciona a consciência ou: O que é ela? Mais vale hoje em dia falar de consciencia que de realidade, pois termo realidade implica em algo que possa existir distante da consciencia, já a consciencia traz à tona o conceio de "criadora da realidade", desconsidera-se neste caso absolutamente aquilo que possa ser denominado como matéria, mas sim mais que isso: a função, objetivo e significado da matéria, pois isto é justamente aquilo que vale algo para a consciencia. O que é o que é? Pode parecer uma pergunta simples, mas de maneira mais profunda pesa-se sobre aquilo que realmente "é", ou o que realmente "existe", deve-se pensar nisto no nivel consciencial, e não nos termos materiais que commente pensamos quando nos referimos ao mundo em si eistente independente da consciência, pois para a consciência o que existe é a experiência atual, a experiência do momento presente, e com a experiência aquio que pode provir dela, e, o mais interessante é que aquilo que pode provir dela é algo variável: conclui-se inusitadamente disso tudo que a própria realidade consciencial é algo variável, dependendo dos resultados não da experiência em si mas digamos por exemplo: da estrutura lógica que acompanha a experiência empírica. É assim que devemos então estar a cada momento nos perguntando: de que maneira estou conduzindo mesus pensamentos? Será que alterando esta maneira e talvez tornando-a melhor elaborada e produzir outras interconexões posso mudar a própria realidade ( Já que a realidade depende exclusivamente da consciencia ). Certamente, e este é um trabalho executado por todo e qualquer sistema filosófico, incluindo a religião, psicanálise, psicologia, artes ou até mesmo pensamentos pessoais. Dentro disto percebe-se que a mente além de suas próprias atividades práticas e mecâncicas faz um trabalho constante de compreensão da realidade, procurando cada vez mais aproximar-se à aquilo que possa ser real. Mas o que é real? Supostamente o real localiza-se dentro de apenas uma estrutura base, o cerne ou raiz: o ponto do qual partem todas as possiveis interpretações, e por vezes imposiveis: que ocorre é que um unico obgeto pode ter variadas interpretações e um dos caminhos que devemos empreender'consta em justamente reencontrar o cerne da realidade: pois dentro do caminho das interpretações efetivamos as mais vastas variações interpretativas faz-se a tentativa de moldar cada uma das interpretações de modo a adequa-la uma às outras para que entrem em conguuência e formem um sistema hermético de realidade, pois o cainho da consciência é integrar-se e o carminho do ser é compreender o seu entorno de modo a adequar-se e interagir com o ambiente externo utilizando para isso todas as qualidades que possui e ainda por cima integrando estas qualidades umas às outras no caminho do ser integral. Bem, o inicio deste parágrafo visa justamente compreender a diferença brusca qua há dentro da realidade percebida e dentro da realidade interpretada, a interpretação é a palavra final e pode chegar a desconsiderar completamente aquela que é percebida ou na verdade não seria desconciderar o termo mais adequado mas sim considerar de outra maneira, por outros processos e até mesmo por outros sentidos: os sentidos de qua falam algumas linhas da psicologia atual, como por exemplo a "psicologia transpessoal". Pois em, a reação ao estimulo ocorre de maneira que aparentemente não vao de acordo exatamente ao estimulo, já que depende de interpretações diferentes, entrar em congruencia com o outro é interpretar e sentir da mesma maneira.

Dentro da percepção propriamente dita real temos diversos fatores interessantes, incluindo a ironia que o Universo lhe dá como um belo presente para reflexão, pois dentro do "passo a passo" encontramos um sistema de 1) realidade 2) interpretação 3) atitude, e ainda colocamos: 4) resultados e apartir dos resultados cria-se uma novo processo de realidade e o processo inicia-se novamente girando em constantes ciclos. Isto é: um sistema de "dialética a caminho da verdade". A partir de um momento duvida-se de tudo e este é o omento chave, o despertar do indivíduo, no qual o Universo de ua realidade anterior para para ua outra significação, e de acordo com sua estruturação interna acompanha sua estrutura externa e passa a não existir a minima diferença entre realidade interna e externa, o que cria o modo de pensar interconectivo, sobre o qual podemos refletir bastante atravéz da psicologia "transpessoal"conforme citado anteriormente, ora estas: de que maneira podemos refletir sobre isso dentro da estrutura de vendedor-cliente-funcionarios e empresa incluindo toda a sua estruturação interna: Pois bem, pensa-se em: Quem é o cliente? Quem sou eu? Quem são os funcionarios em suas mais diversas funções? Quem é a empresa? ( Dentro de sua organização geral ) e além disso: O que é cada situação funcional de cada situação. Encontramos em Carl Yung bastante material de estudo para corelacionar à esta proposta do atendimento do cliente, e , dentro deste contexto, conforme já citado anteriormente podemos nos deparar com novas e reveladoras estratégias de atendimento num âmbito simbólico ( tal como já fazem grande parte das imobiliarias e construtoras ) ampliando assim o leque de possibilidades e o alcance de inflamar a consciencia do cliente. Um ponto fundamental é a percepção "do que é o quê" dentro do contexto da conectividade, o que representa exatamete cada evento "apresentado" ou "trazido" à realidade. A percepção desta interatividade e conectividade auxilia certamente no contexto atitudinal: a grande pergunta é: "o quê é o que" ou então de maneia mais simples: "o que representa o que" indica exatamente que tudo possui um significado espeifico que esta geralmente obumbrado pelas qualidades interpretativas restritas, mas que pode ser ampliado ao contexto verdadeiro, o que pode ao mesmo tempo gerar conflitos já que podemos estar trabalhando dentro de realidades com contextos conflitivos: transcendendo as aparencias podemos reencontrar o contexto harmonico interno que esta além de qualquer interpretação indireta, o que podemos denominar como interpretação direta, neste quesito você esta lhe dando com estruturas mentais que transcendem o entendimento convencional da natureza e funcionamento da realidade. Provavelmente esta é a úica solução para diversos dilemas humanos, não é jamais questão de estar certo ou errado, mas a questão de você ser um absoluto contribuite com a realidade, um construtor ou numa terminologia absolutamente interessante: "um criador", o que traz uma persectiva absolutamente nova e enriquecedora para que seja a realidade em si, pois têm-se como idéinesta perspectiva de que o resultado de diferentes criações possa ser integrado num grupo, e o grupo forma um novo agregado que procura cada vez mais a congruência. A busca da congruência dos divesos contextos particulares é pois, um caminho de grande complexidade, mas que traz como resultante o fortalescimento das unidades, algo que funciona então como aquilo que vemos num agreado de pilhas onde cada unidade fortalece o conjunto: pode-se encontrar dentro das expressões gerais muitas assersivas que vão de acordo com a idéia proposta. É aí que se encontra a chave para muitos diles, já que na verdade pode-se perceber que a integração do er com o contexto geral têm como significado de que a estrutura geral possui uma dinâmica complexa em que cada unidade atua para grupo, e, que isto resulta de que a ação de um não só depende do outro como por exemplo que a ação de um para com o outro têm a resultante em si mesmo pois o individuo não fala em eu pois ele já não é um, mas sim o um que provem da união da multiplicidade: por isto o efeito espelho é bastante visível neste ponto, e trata-se do trabalhar suas questões internasque têm um vinculo total com aquilo que ocrre fora, pois sem o fora não existe a "trama" e sem a trama não existe a questão a ser trabalhada.

A concepção verdadeira da realidade é extremamente mais ampla do que aquilo que em verdade possamos imaginar, por isto ampliar a percepção nada mais é que aproximar-se à realidade, algo realmente intrigante é a questão das linhas do destino, ora, que dizer da objetividade, vontade e intenção do ser diante da intencionalidade geral do ambinte em que o ser esta inserido a cada momento e ainda com as variações de ambientes que este ser pode perpassar, frequentar e digamos assim caminhar. Isto provoca um conflito entre intenção einterna e intenção externa em termos energéticos e do que pode ser compreendido como linhas de destino, na verdade o ser que esta no campo do que foi inadequadamente matéria, mas pode ser definido apenas como energia condensada esta, se posiciona num âmbito deveras diferente do que se estivesse apenas em essência ou o que chamamos inadequadamente de "morto", pois bem, a grande questào neste caso é a seguinte: qual seria justamente a diferença dos dois estados em termos de intencionalidade interna e externa, ou mesmo objetividade interna e externa, que dizer das linhas do destino dos mortos e dos vivos. Ora: terá o morto uma linha de destino ou sentirá ele um contexto de todas elas ao mesmo tempo, e de que maneira aqueles que estão com um elemento de energia condensada para auxiliar em sua unicidade têm uma objetividade interna preponderante com relação ao contexto geral de todas as linhas do destino ou mesmo todas as linhas de intencionalidade. Bem, de alguma maneira parece que nossa questão já foi automaticamente resolvida, e que, o corpo nada mais é que uma estrutura que têm como objetivo deixar a sua linha de destino protegida num ambiente hermético para que a intencionalidade externa não possa se sobrepor à vontade interna sem que haja para isto a concordância interna.

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